É possível tocar o eterno no balanço de uma rede ou no cheiro do tucupi? Nas feiras paraenses, o cotidiano e a ancestralidade não apenas se cruzam, eles se fundem. Entre o pregão do feirante e o saber milenar das ervas, o tempo deixa de ser linha para virar ciclo. Descubra como nossa história sobrevive no gesto simples, no passado presente nas feiras.